Tokyo: O Diário

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Konbanwa Minna

Hoje venho com uma creepypasta bem interessante, quem gosta de diários???ou tem um???bem eu já tentei mas a preguiça nunca me deixava continuar pois bem, eis aqui um que irão gostar…é sempre bom ouvir aos seus pais….!

Tokyo: O Diário

19 de Março, 2011:

Nossa. Meu primeiro diário. Bom, não sei bem o que escrever… Minha mãe me deu isso porque ela diz que ficaremos dentro de casa por mais tempo do que o normal. Tem alguma coisa a ver com as usinas do Japão. Não sei, não tenho acompanhado nada disso… Os trabalhos de escola me mantém ocupado. Matemática, aff… Esse diário é bem legal. Minha mãe marcou todas as páginas com datas, não tenho que ficar escrevendo-as em cada página. Da hora!

Mas acho que tenho que dar um nome pra você, diário… Vou te chamar de Tokyo, porque eu te ganhei por causa de toda essa coisa do Japão!

Mamãe chegou chorando. Parece que a usina explodiu e um monte de gente morreu. Isso me entristece…

20 de Março, 2011:

Olá, Tokyo! Papai comprou MUITA COMIDA. Quer dizer, cara, parece que eles estão estocando. Não sei por que… Estamos em Washington. Japão tá lá longe, no meio do mar.

De toda forma, ouvi falar pela TV da sala que estão pedindo para as pessoas saírem da cidade. Sei lá por que! Tá tudo acontecendo tão longe… Falaram que tem a ver com doenças no Japão e o vento. Sei lá… Tô com sono…

21 de Março, 2011:

22 de Março, 2011:

Ahh, esqueci de escrever em você ontem, Tokyo, desculpa. A escola e os trabalhos de casa me fizeram esquecer, mas hoje eu trago boas notícias: A escola foi cancelada! UHUU!! Tô tão feliz… Vou ficar acordada a noite inteira! Se eu não escrever em você, desculpe… Meus pais querem jogar tabuleiro. Parece que eles também não vão trabalhar…

23 de Março, 2011

Tokyo, minha mãe me disse um negócio hoje… Parece que as partículas da explosão conseguiram viajar até aqui pelo ar! Nossa… Significa que vamos ter que ficar presos aqui dentro e isso me deixa TRISTE! Tá um sol tão bonito!!

Acho que vou voltar a dormir… Não vale a pena o dia de hoje se não vou poder sair nunca de dentro de casa!

24 de Março, 2011

Mais dias chatos, com jogos chatos de tabuleiro… Não é legal, Tokyo? So que não… Por algum motivo, nem a TV funciona mais. Acho que estão em casa também.

Não há muito o que falar… Acho que vi gente do lado de fora hoje. Isso me deixa maluca! Quero sair!!

25 de Março, 2011

Tokyo, sou muito malvada, kkk.

Não era pra eu sair de casa, mas eu dei uma escapadinha. Vi gente andando lá fora! Pensei: Porque eu não podia sair também? Mas eles pareciam estranhos… Engraçados na verdade…

Mas meus pais querem que eu fique estudando enquanto a escola não tá funcionando.

26 de Março, 2011

Tokyo, não tô legal… Minha mãe disse que é minha alergia à poeira que tá atacando. Eu disse pra ela que eu passei um tempo lá fora porque ficar aqui dentro é que tava me deixando doente. Ela parecia muito triste…

Tokyo… Gosto tanto de ficar la fora, mas estão me forçando a ficar aqui dentro… Porque isso? Ah, não to legal, acho que tô com febre…

27 de Março, 2011

Tokyo, tô doente… Tive alergia, mas minha cabeça dói muito mais do que deveria. Me sinto mal, com fome. Vomitei o pão que eu comi. Tô ruim… Vou deitar.

28 de Março, 2011

Cabeça doendo… Tô ruim… Queimando… Fome… Comida não é bom… Dói… Achei carne… Carne é bom…

29 de Março, 2011

QUEIMANDO TO RUIM PELE DOÍ ADEUS MÃE MUITO GOSTOSO MAIS CARNE

30 de Março, 2011

CARNE GOSTOSA PAPAI SAIR ACHAR MAIS PELE QUEIMA DOÍ RUIM

31 de Março, 2011

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Creepypasta : Chesu No Kira (O Assassino do Xadrez)

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Konbanwa Minna

Trago a vocês uma curiosa creepypasta para quem gosta de serial killer, como também de casos não desvendados…

Creepypasta : Chesu No Kira (O Assassino do Xadrez)

Créditos ao 6rou Sakigami.
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Chesu No Kira
O que vocês lerão a seguir até hoje tem sido um mistério. Ocorreu na cidade de Chichibu, Saitama – Japão, onde assassinatos misteriosos assustaram a população. O caso foi estudado e mais tarde foi arquivado por não encontrarem o possível culpado. O detetive encarregado deste caso criou um relatório que, de alguma forma, vazou e se tornou esta creepypasta que vocês poderão ler agora.

14/06/1986. Primeira Vítima: KIYOKO TSUKI, 22 anos.

O corpo de Kiyko Tsuki foi encontrado nas proximidades da região florestada de Chichibu. De dia essa região é ocupada por crianças que ali brincam, soltam sua pipas  se divertem. Hajime Isao e Yoneko Miya estavam preparando o piquenique numa manhã de sábado enquanto seus filhos, Mamoru e Soichiro, brincavam pelos arredores do parque, até que as duas crianças voltaram correndo gritando e chorando, assustados. Os pais das crianças foram averiguar o motivo pela qual seus filhos estavam assustados e foi aí que encontraram o corpo. A policia foi chamada ao local.
O corpo da jovem estava no chão, com os braços entrelaçados formando um X e as pernas também cruzadas, em sua mão havia um objeto, era uma peça de Xadrez, uma Torre Preta. Depois de feita a autópsia foi constatada que a causa da morte foi asfixia.
Mais tarde no mesmo dia em que foi encontrado o corpo da jovem, a policia registrou uma ocorrência. Uma garota de 20 anos que alegou ter sido sequestrada e feita refém por um homem mascarado. Segundo ela, ele a abordou enquanto voltava para casa do trabalho, próximo às 22:00hrs fazendo com que a mesma perdesse a consciência. A garota ainda alega que foi mantida refém por toda a noite, junto à uma outra garota enquanto o Mascarado fazia diversas perguntas.
Após questionada  sobre como ela saiu de lá, ela afirma que o Homem a desacordou com algum tipo de clorofórmio. Quando acordou, estava próxima a região florestada, a única coisa que tinha em mão era uma Torre Branca. A garota reconheceu o corpo como o da garota que estava ao seu lado no local em que fora mantida refém.
18/06/1986. Segunda Vitima: RYOTARO SATORU, 38 anos.
Ryotaro Satoru foi encontrado morto nas proximidades da escola Ogurasawa por trabalhadores que se dirigiam às minas de exploração Nitchitsu. Satoru também trabalhava nas minas de Nitchitsu, os trabalhadores o reconheceram e chamaram a policia. Satoru estava deitado no chão, seus braços e pernas cruzados assim como os da primeira vitima, em sua mão havia uma peça de Xadrez, um Peão Preto.

Após feito a autópsia foi constatado que o trabalhador faleceu por afogamento.

Na mesma manhã em que o corpo foi encontrado a policia recebeu um chamado de um trabalhador que afirmava ter sido sequestrado junto com seu amigo na noite anterior. Ele foi levado para a delegacia e interrogado. O trabalhador conta que, na volta do trabalho às 23:00hrs, ele e seu amigo estavam caminhando de volta para casa quando um homem mascarado apareceu e, apontando uma arma, mandou os dois se afastarem, um por um os deixou inconscientes.

Segundo o trabalhador, durante horas da madrugada eles foram interrogados por este homem mascarado e, depois de tantas perguntas, ele se voltou para o rapaz e mais uma vez o deixou inconsciente. O rapaz afirma que quando acordou estava nas proximidades da estrada que leva para a mina de Nitchitsu e, em sua mão havia um Peão Branco.

Quando questionado sobre as tais perguntas que o Homem os fez, ele nos respondeu: “Foram perguntas sobre quantos filhos eu tinha, quais eram seus nomes, se eu acreditava em Deus, se eu ia a igreja, se eu amava minha mulher e filhos, se eu era feliz, se eu batia uma um pouco de perguntas sobre minha infância, e o que eu esperava do meu futuro no ramo da prostituição”.

Exatamente o mesmo que a mulher do primeiro caso nos disse.
22/06/1986 Terceira Vítima: TAKAO SUSUMU, 27 anos.
Mais um corpo foi encontrado. Desta vez dentro de uma das minas de Nitchitsu, pelo segurança. Diferente dos outros, este homem estava totalmente nu, com os braços e pernas cruzados e, em sua mão, novamente, uma peça de Xadrez, um Cavalo Preto. Susumu não trabalhava ali nas minas de Nitchitsu, ele era segurança de um mercado mais ao centro de Chichibu.

Não há testemunhas e, ao contrário das outras vítimas, desta vez não houve mais uma pessoa refém.

Os detetives e policiais estão trabalhando neste caso sem descanso, mas ainda não tivemos nenhum resultado, nada que pudesse nos guiar para um possível suspeito, nada que ligasse as vítimas a não ser o fato de todas os corpos serem encontrados num intervalo de 4 dias e todos próximos à Nitchitsu, o que não é tão surpreendente pois Chichibu não é uma cidade tão grande.

Feita a autópsia no corpo, constatou-se que a vítima faleceu de hipotermia.
26/06/1986 BOLETIM DE OCORRÊNCIA
Nesta manhã foi registrado um Boletim de Ocorrência sobre um sequestro. Nayami Fumiko de 26 anos foi abordada na noite de 24/06 enquanto voltava a pé do trabalho para casa, nas proximidades da região florestada de Chichibu.

Segundo a vitima, um homem mascarado a abordou com uma faca pelas costas, pediu para que não fizesse barulho e, após dito isso, ele colocou algo em seu rosto que a fez desmaiar.

Segundo relatos da vitima, ao recobrar a consciência, ela estava amarrada à uma cadeira e com um pano sobre o rosto, vendando sua visão. Ela podia apenas ouvir uma voz masculina que a fizera diversas perguntas, as mesmas que todas as outras vitimas. Após todo o questionário, mais uma vez, o Homem a desacordou.

Quando Fumiko recobrou a consciência, estava próxima ao seu local de trabalho, entre as árvores próxima a estrada. Pendurado em seu pescoço estava um colar com uma peça de Xadrez, um Cavalo Branco.

Uma frota inteira fora mandada para verificar a região próxima de onde a vitima acordou mas nenhuma pista fora encontrada.
30/06/1986 Quarta e Quinta Vítimas: HANAKO JUNKO e MAYUMI YURI, 23 e 30 anos.
Mais vitimas foram encontradas esta manhã. Hanako e Mayumi foram encontradas na estrada principal da cidade, cada corpo de um lado da rodovia, os dois corpos com os braços, desta vez abertos, e pernas juntas formando uma cruz. Na mão esquerda de Hanako estava um Bispo Preto, e na mão direita de Mayumi havia uma Rainha Preta.

Após a autópsia, constatou-se que as duas vítimas morreram, assim como a primeira vítima, por asfixia.

Todo o centro policial e investigativo estava frustrado, esse assassino estava brincando com nossa cara. Mais uma vez, não tivemos nenhuma pista, nenhuma testemunha, nada.

Naquela mesma manhã, na delegacia, uma senhora apareceu e disse ter tido sua pequena filha levada por um homem misterioso. Segundo a mãe, a criança estava brincando na varanda de casa e ela na sala, mexendo com seus tricôs, quando ouviu um curto grito da garota. Ela foi até a janela e pôde ver à distância um homem correndo com a garota nos braços. Ela correu atrás do homem, pode ver ele entrando em um carro e sumindo de vista.

O carro foi encontrado esta tarde próximo a escola de Ogurasawa, a garota estava dentro do carro, desacordada, sem ferimento algum, pendurado em seu punho esquerdo uma pulseira com um Bispo Branco e em seu punho direito uma Rainha Branca.

Durante os 3 dias seguintes a tropa policial e investigativa inteira se mobilizou para encontrar qualquer pista que levasse ao assassino. Novamente, nada foi encontrado.
04/07/1986 O REI BRANCO
Todos esperávamos por uma nova vítima, mas não foi o que aconteceu. A manhã de sexta foi eufórica. Um jovem rapaz foi encontrado desacordado próximo a um posto de combustível localizado nas proximidades da estrada que leva para as minas de Nitchitsu. O rapaz encontrado foi levado ao Hospital mais próximo. Antes de chegar ao hospital o garoto recobrou a consciência. Após explicar aos médicos o que havia acontecido a polícia foi chamada.

O garoto havia sido sequestrado na noite anterior, enquanto voltava sozinho de uma festa que participou na casa de amigos. Segundo ele, estava voltando de bicicleta quando avistou um homem cambaleando na estrada e resolveu parar para ajudar o homem que aparentava estar bêbado. Segundo ele, quando desceu da bicicleta para ajudar o homem, ele o agarrou, tudo o que o garoto pode ver foi uma máscara branca com um sorriso longo e negro, após isso ele desmaiou.

Quando acordou, percebeu estar com uma venda e amarrado em uma cadeira. Tudo o que podia ouvir era a voz do Homem lhe fazendo perguntas. As mesmas que fez para todas as outras vitimas.

Apos responder todas, mais uma vez ele foi desacordado pelo Homem, somente recobrando a consciência quando estava a caminho do hospital.

“Veja Senhor policial, isso estava em meu pescoço quando acordei…”.

Um Rei Branco.

Novamente todo o esquadrão de policiais e detetives foram a procura de pistas, todos imaginaram que, como havia um Rei Branco, o Rei Preto seria detentor de um cadáver.

Dias de procura e nada, nenhum relato de desaparecimento, nada.

A partir do dia 04/07/1986 não ouve mais nenhum assassinato do qual semelhante à séries de mortes que ocorreram desde o dia 14/06/1986.

Após um ano, em 12/08/1987 o caso foi arquivado por tempo indeterminado.

Os misteriosos assassinatos que ocorreram naquela cidade geraram diversos boatos, diversas pessoas apareceram alegando ser o Assassino, que fora chamado pelas pessoas da cidade de: Chesu no Kira (Assassino do Xadrez), mas nenhum deles era realmente o Assassino.

Até então o assassino não foi encontrado, muito menos pistas sobre o mesmo. Nada.

Esse caso foi tão perturbador que resultou em diversos homicídios similares e em diversos lugares do mundo. O governo então resolveu ocultar o caso e, depois de anos, tudo o que restou foi apenas rumores.
Um dos casos semelhantes que mais marcaram ocorreu na Russia, em 2006. Um homem chamado Alexander Pichushkin foi preso e condenado por assassinar 48 pessoas, ele também ficou conhecido como “O Assassino do Xadrez”.
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Avaliação!

Um texto muito bem feito, muito bem escrito, citando inclusive um caso real. Eu adorei) – é gratificante poder ler uma ótima história sobre serial killer, essa inclusive me lembrou a história do “Assassino do Zodíaco”.

Importante citar o mistério perfeito da creepypasta: Quem seria o Rei Preto? Seria o próprio assassino, apenas uma omissão, ou melhor… um de nós que está lendo esse texto…?

 

#66 Daruma-san ga koronda

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Konbanwa Minna

 

Hoje trago sobre uma brincadeira bem interessante, que é muito popular no Japão e praticá-la juntos de seus amigos seria uma bela experiência de se ter ;p daruma-san ga koronda além de estar presente em muitos animes ;p

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-Daruma-san ga Koronda: Essa brincadeira é bem legal e famosinha. Vira e mexe você vê algum personagem de anime, manga ou drama brincando. Ela é bem simples. O objetivo do jogo é aproximar-se ao máximo do “pegador”, sem ser percebido por este, enquanto ele fala “Daruma-san ga koronda” (literalmente “O boneco daruma tropeçou”), o interessante é como as pessoas falam, umas falando bem devagar, outras bem rápido e ainda aqueles que falam em seguida como também para tentar enganar começam falando devagar e depois rápido.Bem divertido, depois que chegarem perto do “pegador” ele vai repetir a frase mais uma vez e todos devem se afastar o máximo, quando ele se virar ele tem direito a dar 3 passos em direção de um dos jogadores e se ele conseguir encostar na pessoa essa pessoa se torna o “pegador” .

#36 Resident Evil The Real

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Konbanwa Minna

 

Você que assiste a walking dead, resident evil e joga a estes tipos de jogos e fica no mundo da lua se imaginando em uma crise zumbi que tal um experiencia inédita onde vc percorre a um labirinto contendo uma arma em suas mãos…e bam! ou você da conta do recado ou morre! algo do gênero eis a experiência que o paruque de diversão do Japão fornece a você!

Resident Evil The Real

O site Neoseeker divulgou um vídeo com as principais atrações do parque temático de Resident Evil. Produzido em uma parceira da Capcom com a Universal Studios, o local fica em Osaka, no Japão, e abriga Zumbis, Zombie Dogs, Hunters e Nemesis. Alguns heróis dos games também podem ser vistos, como Jill Valentine e Claire Redfield.

 

 

Os parques de diversões no Japão já estão num outro nível nos brinquedos de labirintos de terror, se mostrando bem criaivos e providenciando a uma experiência incrível. Ano passado estreou o “Biohazard The Real” que colocou as pessoas dentro da delegacia de polícia do primeiro Resident Evil enfestada de zumbis.
A diferença desse brinquedo para outros labirintos de terror é que o publico ganha ARMA e pode atirar nos zumbis!!!um sonho virando realidade não?
Calma, ninguém mata ninguém de verdade(ainda). A arma tem um sistema que avisa ao zumbi que ele levou um tiro e os atores se jogam no chão.
O labirinto parece ser uma experiência única!

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Esse ano o brinquedo volta transformando o parque da Universal no Japão na cidade de Raccoon City!

Veja videos de como foi o brinquedo ano passado:

 

 

Aqui vocês podem ver a loja de souvenir do parque exclusivamente pro Resident Evil:

 

 

 

 

#60 Menina da Lacuna

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Konbanwa Minna

Então começaremos com o special Ano Novo!

Hoje trago a uma curiosa lenda da qual se trata de uma garota que está presente entre as lacunas das casas a procura de alguém para brincar…

Menina da Lacuna

A lacuna nada mais é do que um espaço vazio . Como entre um móvel e outro por exemplo . A lenda da lacuna surgiu no Japão , afinal há muitas lacunas e rachaduras espalhadas pelos cômodos. E conta que o espírito maligno de uma menina se encontra entre as lacunas de sua casa, da qual, está sempre a procura de alguém para brincar. Ela te convida para brincar de esconde-esconde , e se você aceitar , da próxima vez que olhar para ela será arrastado para uma outra dimensão (ou quem sabe até para o inferno ) . E se não aceitar também …

a menina da lacuna- lenda japonesa

#59 Os Tengu Azulão e Vermelhão

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Konnichiwa Minna

 

Hoje trago a uma história curiosa, sobre dois tengus! O azulão e o vermelhão! “brigar não significa progresso, e sim laços se desfazendo.”créditos para Dango Gakuen!

Os Tengu Azulão e Vermelhão

Antigamente as florestas japonesas eram habitadas por criaturas chamadas tengu. Eram gênios da montanha com aparência humana. Uma de suas características era que tinham um leque mágico e à medida que abanava, seu nariz ia crescendo.

Nessa época, morava no alto da montanha um tengu vermelho chamado Vermelhão e um tengu azul chamado Azulão.

Certa ocasião, os dois sentados em cima de um enorme pinheiro, no pico da montanha, conversavam na maior descontração.

– Sabe amigo Vermelhão, estive pensando… Nós ficamos todos os dias daqui de cima, observando os seres humanos lá embaixo.

– É verdade amigo Azulão.
– Será que nós tengu gostamos de observar os seres humanos, amigo Vermelhão?
– Sei lá amigo Azulão, nunca pensei nisso. Observamos os humanos porque todos os tengu fazem isso.
– É verdade amigo Vermelhão.
– Amigo Azulão, quanto tempo faz que observamos eles daqui de cima?
– Acho que uns quinhentos anos, amigo Vermelhão.
– Os homens mudaram muito durante esse tempo, mas nós não mudamos nada – observou o tengu vermelho.
– Vira e mexe, eles constróem cidades, depois brigam e destróem. Depois constróem de novo, um pouco diferente, depois brigam e destróem. Vale dizer que de guerra em guerra, eles vão mudando um pouco e hoje estão completamente diferentes de quinhentos anos atrás – comentou o tengu azul.
– Acho que já sei amigo Azulão, temos que brigar e xingar. Nós nunca brigamos nestes quinhentos anos de convivência, por isso que nós estamos sempre na mesmice.
– Mas brigar para que se somos bons amigos? Para nós tengu, briga e guerra são coisas totalmente desnecessárias.
– Pois é, nunca brigamos, por isso nunca progredimos!
– Está bem, vamos brigar então. Assim, imitando os humanos, um passou a xingar o outro e ficaram de mal.

Certo dia Azulão estava, como de costume, observando as pessoas. De repente, viu alguma coisa muito bonita lá embaixo no castelo. Como ficou com vontade de tocar no belo objeto que via ao longe, começou a fazer vento no nariz com seu abanador mágico. O nariz começou a crescer, a crescer e foi crescendo na direção do castelo. O nariz atravessou rios, montes, ruas e muros do castelo, e passou em um quintal, onde uma criada estava estendendo formosos quimonos de uma princesa para secar. Distraída, a criada pendurou o quimono no nariz do tengu, pensando que era a vara de secar roupas.

Assustado com o repentino peso sobre seu nariz, o tengu recolheu seu nariz, abanando ao contrário. Como os quimonos estavam presos por grampos, foram levados para as copas das árvores. O tengu vermelho chegou no local para observar e perguntou:

– Quantos quimonos bonitos, como conseguiu?
– Alonguei meu nariz até o castelo, aí penduraram vários presentes. Vou te dar a metade.
– Não quero, estamos de mal, lembra-se? – dizendo isso Vermelhão foi para outro lugar.
Na verdade o tengu vermelho ficou com inveja de Azulão e resolveu fazer o mesmo.
– Eu também quero roupas bonitas. Vou alongar meu nariz até o castelo!
E assim, Vermelhão foi abanando e abanando seu nariz, até que esse atingisse o castelo. Alguns samurais praticavam kenjutsu, a arte do manejo da espada. Vendo aquele nariz avançando na direção deles, não tiveram dúvida, cortaram aquela coisa estranha que mais parecia uma cobra cega.

Vermelhão ao sentir uma dor aguda, recolheu o nariz mais do que depressa.
Azulão se aproximou do colega e perguntou o que havia acontecido. Vermelhão chorando de dor contou a tragédia.

Azulão penalizado disse novamente para Vermelhão não chorar mais e deu metade dos quimonos para ele. Assim os dois viveram em harmonia por mais quinhentos anos.

 

#58 Shirafuji Guenta e o Kappa

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Konnichiwa Minna

 

Hoje trago a uma curiosa lenda para vocês, a respeitos de um kappa e um samurai! “Um dia todos aqueles que fazem coisas erradas, acordarão e sentirão o peso de seus atos e por fim se reconssiliarão! créditos para Dango Gakuen!

Shirafuji Guenta e o Kappa

Esta é uma história tida como verdadeira, envolvendo um kappa – espécie de duende que supostamente habita os rios do Japão. Teria acontecidoha muitos anos, na cidade de Saga, na aldeia deKawashino. Lá, viveu umsamurai chamadoShirafujiGuenta, que pertencia a uma conceituada e tradicional família local, sendo muito respeitado pelo povo por ter fama de ser culto e corajoso.Guenta morava num grande casa situada perto do rio que cortava a aldeia. O rio fazia uma curva exatamente ao lado de sua casa e, naquele ponto, a água era profunda, escura e insondável.Certa noite quente de verão, Guenta voltou de um passeio e disse ao empregado que amarrasse seu cavalo na árvore que ficava na beira do rio. Após um breve descanso, Guenta foi para o quintal para apreciar a lua cheia. Qual não foi sua surpresa ao ver que, perto da árvore, um kappa do tamanho de um menino de 6 a 7 anos arrastava o cavalo para dentro do rio segurando uma das patas traseiras do animal. O cavalo silenciosamente resistia, tentando segurar a raiz da árvore com as patas dianteiras. Estranhamente, como em transe, o empregado ajudava o pequeno Kappa, despejando água na cavidade existente na cabeça dele. Quanto mais o empregado colocava a água, mais o duende ficava forte.

Embora Guenta tivesse sido tomado por uma raiva repentina, teve a presença de espírito para lembrar de uma planta que o Kappa detesta. Do depósito, trouxe uma corda de fumo de cheiro forte, aproximou-se silenciosamente e laçou o duende, arrastando-o para fora do rio. Em seguida, amarrou o Kappa rapidamente antes que ele pudesse reagir. Entretidos em arrastar o cavalo para o rio, nem o Kappa, nem o empregado haviam percebido a ação de Guenta.

De repente, o empregado despertou do transe e ajudou seu patrão a pendurar o Kappa de cabeça para baixo num pinheiro do jardim. Como a água derramou totalmente da cavidade de sua cabeça, o Kappa perdeu seus poderes mágicos. Quanto mais se debatia, a corda ficava mais apertada a sua volta, pois Guenta era um mestre na arte do shibari (arte de amarrar prisioneiros de guerra). Chegou a um ponto que a dor se tornou insuportável e o Kappa começou a gemer. Genta sacou sua espada.

 Habilmente,Guenta conseguiu não só impedir a morte de seu cavalo, como também capturar oKappa, ao qual disse…– Você é uma criatura insolente, que usa seus poderes sobrenaturais para roubar cavalos de seres humanos. Vou matá-lo degolando seu pescoço e deixar você pendurado aqui como exemplo a outros kappas que pensarem em roubar cavalos desta aldeia – disse o samurai, encostando o fio de sua espada na cara da criatura.
– Perdoe-me, por favor, senhor, nunca mais vou roubar cavalos! Juro que vou recompensá-lo pelo prejuízo que causei até hoje, mas, por favor, solte-me.
Chorando de dor, o Kappa pedia clemência várias vezes.

Guenta era um homem de bom coração e sentiu piedade da estranha criatura. Disse:
– Se você jurar com toda a sinceridade que está arrependido, eu o perdoarei. Também você deve confessar todos os atos maléficos que praticou contra nós, da aldeia, sem fazer restrições.

– Eu confesso a você que pratiquei muitas coisas erradas. Estou muito arrependido de tudo que fiz. Sua autoridade é extraordinária, assim eu prometo que, quando rio transbordar na estação chuvosa, não puxarei os habitantes da aldeia para dentro da água. Prometo também nunca mais fazer coisas erradas. Se o senhor poupar a minha vida, prometo que transmitirei a todos kappas deste rio a minha promessa.
Depois que o Kappa fez o juramento, Guenta perdoou-o, descendo-o e desatando os nós da corda. Depois, o Kappa ajoelhou diante de Guenta e, abaixando a cabeça humildemente, agradeceu e perguntou se poderia ir embora para sua morada no fundo do rio.

– Pode ir, mas, antes de partir, recite o juramento três vezes, para nunca esquecer.
Assim que repetiu o juramento três vezes, o Kappa retirou-se para dentro do rio.

A partir desse dia, nunca mais ouviram falar da presença do Kappa naquela aldeia. Os anos se passaram, e Guenta tornou-se legendário como o homem que dominou os kappas.
O pinheiro onde Guenta teria pendurado o Kappa foi motivo de curiosidade durante quase um século. No entanto, hoje, a árvore já não existe; acabou secando, porque estava muito velha.

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